..........Os
projetos socioculturais incentivados por empresas devem oferecer mais
que a simples impactação de suas Marcas. O incentivo ao
Show Business e às “armações artísticas”
não sintonizam com o perfil duradouro de uma verdadeira parceria
com a cultura da sociedade na qual a empresa atende. É evidente
que essas “armações” só conseguem patrocínio
de empresas que tenham acionistas e diretores desatentos com a nova
postura de responsabilidade social, ficando a mercê da má
intenção de agentes culturais que apenas se preocupam
com o próprio interesse financeiro.
Esse tipo de constatação já vem sendo firmado por
empresas que vêm utilizando-se de ações sociais,
culturais e esportivas, e, desta forma, melhorando a comunicação
institucional na construção e manutenção
de sua credibilidade perante o consumidor. Tais ações
transformam-se em forte estratégia de fidelização
de clientes. Essas empresas já perceberam que a Sociedade dá
mais Valor a Empresas que dão Valor a Sociedade.
Além disso, os investimentos realizados diretamente em cultura,
ou que estejam de alguma forma comprometidos com esta, correspondem
a uma quantia minoritária frente ao orçamento total da
empresa patrocinadora. O incentivo à cultura pode oferecer isenção
fiscal de até 100%, em se tratando de Imposto de Renda (IR),
podendo ainda ser descontado como despesa operacional no momento da
sua declaração. No caso do ICMS, o benefício pode
ser de até 80% de isenção fiscal.
É preciso que as empresas estejam atentas a “nova ordem”
e não deseje apenas obter lucro e/ou simples impactação
da sua logomarca. É importante que o patrocinador não
esteja apenas vinculado a uma “ação artística”,
ou até mesmo à uma “boa idéia” de ação
sociocultural. Pois, caso a ação não esteja bem
planejada num eficiente projeto executivo, pode ser inócuo o
resultado da realização. Este tipo de trabalho parece
absurdo e revela o desperdício de dinheiro privado e público,
além de incalculável frustração para a comunidade
atingida.
Por que Marketing Cultural?
..........Junto
com as obras do PROGRAMA ARTE CICULAR, as logomarcas dos patrocinadores
irão circular, dentro do perímetro urbano da cidade de
Salvador, 9.000 km/dia, 270.000 Km/mês e 3,24 milhões de
Km/ano. Esta circulação promoverá visualização
das obras (e da logomarca) para uma média de 225.000 pessoas/dia
e 82,125 milhões de pessoas/ano.
Sergio Bitencourt - Realizador